domingo, 27 de maio de 2012

CUIDADO COM AS ARMADILHAS DA TRISTEZA

SUAS CRENÇAS ÃO A SUA CARA EVOLUTIVA. As armadilhas da tristeza são montadas e armadas pelas pessoas que em teoria deveriam cuidar de você; as que dizem te amar... Algumas pessoas se acostumaram tanto a serem tristes e a sentirem-se infelizes que não admitem que alguém possa estar alegre à sua volta. Vampiras: Sentem inveja. Especialmente as religiosas e as que vivem ás custas das crenças das outras; elas criam armadilhas para que os alegres se tornem tristes: inventam valores inúteis, criam marcas e padrões, sofisticam as coisas, complicam tudo para tentar impedir que as pessoas sejam alegres e felizes, simplesmente. Mais cruéis são as que te vampirizam e parasitam usando o santo nome de Deus em vão e o de Avatares como Jesus, Buda, Maomé e outros... Cuidado para não ser exorcizado, demitido, processado: Não conte para ninguém; ou melhor: espalhe para todo mundo que a alegria é simples. Um dos segredos de ser alegre é ser simples... Em tempo: Não existe concurso para ser realizado, alegre e feliz: vai ter que ralar como todo mundo eternidade a fora. Namastê.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

OS HÁBITOS DE ALIMENTAÇÃO AJUDANDO A DESCOBRIR QUANTO AS ESCOLHAS CUSTAM DE VERDADE Quando a educação na escola e no lar anda tão dissociada como na atualidade a maioria dos conteúdos pedagógicos torna-se tão ineficiente quanto inútil. A relação família/escola deve ser de parceria e não de transferência de responsabilidades. Educar para um mundo novo é simples e fácil; pois na verdade as lições de cada um, da família e do coletivo; encontra-se nas mínimas ocorrências do dia a dia. Coisas tão banais do tipo: Os hábitos de alimentação devem ajudar a descobrir o quanto as escolhas custam de verdade deve fazer parte dos conteúdos impostos á criança. Compre três e pague dois... Pague 200ml e ganhe 300ml de brinde... Compra três, paga dois, leva um... A família deve ser engajada na lição de casa; mas não aquela do tipo idiota onde os pais fazem as tarefas de casa dos filhos apenas para sua comodidade e para que a criança fique na “média”. O entendimento do valor da relação custo e benefício de qualquer transação feita entre pessoas; deve de forma rápida, extrapolar o conceito de mais barato no preço e das vantagens imediatas. A criança deve aprender a analisar os benefícios e os prejuízos de médio e longo prazo de qualquer coisa que compre – e os adultos infantilizados de hoje também. Os descontos e as promoções induzindo ao consumo tão a gosto da sociedade americana, criou lá uma legião de obesos e aqui uma de obesos, diabéticos e cobaias. Os apelos para vender mais são atrativos e perigosos para quem não desenvolveu de forma adequada a capacidade de pensar e de discernir. Pior ainda quando são estimulados pela cultura local a levarem vantagem em tudo sem pensar nas conseqüências tanto para si quanto para os outros. Exercício Conhecedora da lei de retorno e de causa e efeito a criança deve ser alertada para a seguinte realidade: em muitos momentos está na posição de compradora; mas em muitos outros pode estar na condição de vendedora de algum produto ou serviço, portanto, deve estar bem atenta para não iludir de forma alguma as outras pessoas, pois o TROCO dado pela vida chega dia menos dia. O adulto atento e já honesto com ele mesmo pode mostrar á criança suas pisadas de bola tanto quando está numa ponta (vendedor) quanto na outra (consumidor). Em qualquer idade e principalmente desde a infância é preciso desenvolver a mente crítica, avaliadora: Não devemos confiar nas verdades humanas, sejam elas: científicas, religiosas, sociais, culturais, de imediato. Isso serve para aquilo; Aquilo outro faz mal, mas este serve bem para aliviar o efeito colateral do primeiro, etc. Verdades humanas são, cada vez mais, temporárias e perigosas. É lógico que todas as descobertas científicas dia menos dia estejam inseridas no contexto de compra e venda; e numa época de muita pressa, a verdade científica de hoje pode ser o conhecimento obsoleto de amanhã, e os custos podem ser bem altos em se tratando de efeitos danosos na saúde e na qualidade de vida que nem sempre podem ser removidos num passe de mágica. A criança deve ser alertada para um problema sério: nem todas as descobertas com potencial de cura ou de ajuda científica mostradas pela mídia, estarão disponíveis à maior parte das pessoas; portanto o ato de pensar bem antes de criar problemas para nosso organismo e nossa vida, é o melhor remédio e o mais seguro investimento na sanidade; esse sim disponível a todos que queiram utilizar-se dele. Se nos descuidarmos podemos pagar e caro (todos os novos e modernos produtos costumam custa mais caro), para servirmos de cobaia para experimentos... Exercício Não aventurar-se a ser dos primeiros a experimentar as novidades da modernidade apregoada pelo marketing, é uma atitude muito inteligente; não custa nada alertar a criança para que tenha paciência de esperar que os mais afoitos sirvam de cobaias; aprender com os descuidos dos outros dói menos, desde que não banquemos o São Tomé (sempre querer ver para crer) em todas as situações. Deixamos a cargo do leitor um leque de possibilidades de aprendizado da relação custo benefício da escolha dos alimentos a serem comprados e consumidos: financeiro, sanidade, ético e moral; etc. Só para descontrair: EXERCÍCIO DE CASA. Só na matemática: Quanto custa no final do mês um produto lácteo achocolatado usado diariamente – C Quanto custa no final do mês a medicação usada para tratar as alergias de forma contínua – O Quanto custa no final do mês medicações usadas para tratar sintomas de recaídas – B Quanto custa ao final do mês o plano de saúde – A Quanto custa no final do mês as faltas ao trabalho para tratamento – I Quanto custa ao final do mês despesas com: locomoção, troca de medicamentos, perda de sono, cansaço, etc. - A Quando vamos ás compras: A somatória dos gastos pode resultar no valor do produto final? DICA. Parte considerável dos gastos com doenças provém da alimentação. Namastê.

sábado, 21 de abril de 2012

QUANDO É DOENÇA MENTAL EMOCIONAL NA CRIANÇA? QUANDO É FALTA DE EDUCAÇÃO? A doença física estonteia os familiares, por exemplo: se for diagnosticada uma pneumonia os pais se apavoram e mobilizam toda a família e amigos com cuidados até exagerados; já a doença mental é capaz apenas de mobilizar o sentimento de dó, de pena. Isso se dá em virtude da visão de mundo da maioria das pessoas, ainda polarizadas apenas em tudo que seja concreto ou que gere a sensação de prazer ou de dor. Para as pessoas, uma pneumonia ou uma amigdalite é algo concreto real, já uma criança com Depressão ou com Fobia social é algo impalpável, abstrato como se não fosse real nem capaz de causar danos à existência, nem levar à morte concreta através da somatização de uma doença física com lesão em algum importante órgão do corpo físico ou até ao suicídio. Preste atenção nas conversas das outras pessoas sobre doenças, certamente você já ouviu algo parecido: - “Você viu a filha de fulano, quase morreu de pneumonia, que perigo! É eu morro de medo de que meus filhos peguem tais doenças. Mas, mudando de assunto você viu o filho de beltrano, está sofrendo de Depressão, eu sempre achei que ele era meio estranho mesmo; depressão em criança que frescura. Deus me perdoe, mas eu acho que esse tipo de doença é preguiça que se resolve com um castigo ou com umas boas palmadas...” As pessoas também costumam perceber a doença mental ou distúrbios das emoções; somente quando esta envolve distúrbios do comportamento rotulados e aceitos pela maioria como normais, que são capazes de tirar o sossego. Retornando à conversa anterior, o mesmo interlocutor: - Preciso ir logo para casa para guardar uma série de objetos; pois eu vou receber a visita de parentes cujo filho é endiabrado; um “capetinha” que mexe em tudo; que não para quieto um segundo; que parece que tem “bicho-carpinteiro”. Mas também com aquela mãe preguiçosa que só sabe dizer: Filhinho, não mexe aí, a tia não vai gostar, não pode fazer isso ou aquilo; mas ela não toma nenhum tipo de atitude, ah! Se fosse comigo, levaria umas boas palmadas ou um beliscão bem dado e queria ver se ele tomava jeito ou não... Para muitas pessoas a instabilidade psicomotora ou a síndrome hipercinética é mera falta de educação social... Diferenciar uma criança com distúrbios de comportamento que tira o sossego dos em torno e da família é um assunto complicado. Quase sempre a criança está sendo mal educada como a maioria; pois os pais não têm a cultura de estudar a criatura que está chegando; depois, ao perceber a presença de um ser que necessita de mais atenção que as normais a tendência ao comodismo leva á busca de soluções mágicas (remédios, tratamentos psicoterápicos) e á auto-enganação. Não bastasse isso; na atualidade devido a vários fatores já abordados aumento de forma interessante o mediunismo na infância complicando mais ainda o processo. Nossa intenção é questionar: Quem é problema? A criança? Os pais? O sistema de educação? Namastê.

sábado, 24 de março de 2012

MAIS UM MITO QUE SE VAI: A CRIANÇA SÓ PENSA EM BRINCAR




As crianças da atualidade são detonadoras de mitos; dentre eles: a criança vive no mundo da lua; só pensa em brincar e não participa da vida dos adultos; esse mito se mostra falso; as crianças vivem “antenadas” nas ocorrências do dia a dia.
Não adianta tentar esconder delas os problemas, seja na relação afetiva do casal, nas finanças, perdas, problemas de família, etc.
Exatamente por levar uma vida mais subconsciente (nosso radar) é que a criança capta bem mais do que o adulto o que não é dito. Querer poupar a criança de participar da vida em família em todos os seus aspectos é fonte de doença na infância; e gerador de maiores dificuldades em enfrentar as situações normais de vida mais à frente. Além do mais, não percebemos muito bem nossos padrões de reagir e de agir; mas os outros os reconhecem com muita facilidade; e a recíproca também é verdadeira; pois mesmo quando nossos familiares tentam ocultar o que se passa, é como se os estivéssemos lendo; e logo fazemos a clássica pergunta – Qual é o problema? O que está acontecendo?

Especialmente para lidar com as crianças da Geração Nova, a política de vida mais adequada para a saúde física e psicológica de todos, é colocar a criança a participar da vida em família de forma simples, direta, honesta e gradativa.
Todos nós; não importa nossa idade; quando ignoramos algo ou o que se passa temos a tendência de fantasiar sempre para pior, colocando nossas dificuldades numa lente de aumento.

Porém dita o bom senso que a criança deve ser colocada de forma direta a respeito do que acontece apenas nas situações crônicas e de resolução mais demorada.

Está com problemas?
Pode ser alarme falso, tempestade em copo de água – pergunte á criança o que ela faria no seu lugar e espante-se...

Claro que criança gosta e precisa brincar; mas adora participar e sentir-se útil.

Namastê.

domingo, 11 de março de 2012

A DIETA AJUDANDO NA BUSCA DE DIREITOS E DEVERES




Para que todos nós tenhamos amor á justiça e vivamos em paz e harmonia numa nação, é preciso que todos conheçam a Constituição do País: Educação política já!

No cotidiano estão os recursos pedagógicos.
Exemplo:
Saber se o preço anunciado é o que está efetivamente sendo pago; se a quantidade indicada é o que realmente o produto contém. Exigir o combinado cumprido é não apenas exercício de direito, mas obrigação.
A criança educada num ambiente onde se pratica a justiça não aceitará diferenças práticas na aplicação das leis. Tudo que é legal deve ser também ético.

Exercício de aprender cidadania ao consumir:

Quando vamos ás compras devemos investir a criança na condição de fiscal para comparar preços anunciados, e, checar, exigir, repreender os infratores. Ela ficará feliz sentindo-se importante ao ser estimulada a fiscalizar para que tudo funcione segundo a lei que protege o consumidor de alimentos e de outros produtos. E, a sociedade do futuro agradece.

Namastê.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ESTRESSE CRÔNICO - ESSE BICHO VI TE PEGAR




Um bicho vai te pegar!
Não é brincadeira de criança tentando assustar outra.
É uma grande e crônica mentira íntima.
A mente enganando o corpo vinte e quatro horas todos os dias durante muitos e muito anos...
O estresse crônico é a materialização de uma ilusão criada pela nossa mente neurótica e doentia.
O bicho que vai nos devorar é: não tenho isso..., desejo aquilo..., não serei capaz de..., o dólar vai subir..., as ações vão abaixar..., não vou..., vou ser assaltado na primeira esquina da vida. O entretenimento atual tornou-se um perigoso tipo de estresse; quando assistimos a um jogo, filme, novela, noticiário ou a criança jogando videogame coitado o corpo não tem como saber que é ilusão – reage como se fosse verdade.
Um tipo de paranóia que o corpo é incapaz de identificar como real ou imaginária. Ele sempre se prepara frente ao perigo para atacar ou sair correndo...

Será que isso tem cura?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

APRENDA A MEDIR A FORÇA DAS PALAVRAS




Ás vezes é melhor calar; pois a nossa mente não está suficientemente educada para comandar nossas palavras apenas na direção construtiva e no respeito incondicional ao outro. Além disso, nem sempre falamos o que pensamos; e muito menos, agimos conforme o discurso.
As palavras geram vida e paz; mas também podem ferir...