sexta-feira, 11 de março de 2011

MALDITAS PREOCUPAÇÕES

Preocupação é a sensação de ansiedade mais medo; misturada a uma certeza íntima de que nossas expectativas e desejos não são merecedores da realização; por falta de empenho, de lógica, de merecimento, de Legalidade Cósmica (nada a ver com a humana).

Namastê.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

NOTÍCIA BOA PARA EMAGRECER - PROMESSA QUEBRADA

Tinha prometido; eu até tinha jurado a mim mesmo; que iria ficar focado apenas na minha tarefa de vida e no meu trabalho: ajudar as pessoas a terem saúde e sanidade. Comentar as “artes na política”: nunca mais.
Mas não deixam: pegando carona no conceito de “brecha” que o chefão do STJ colocou como artifício ou “artimanha” para justificar mordomias escandalosas – a minha brecha para manifestação de repúdio, é que atitudes como essa são um perigo para a saúde pública; pois podem levar a aumento de PA, enfartes, AVC, Depressão, Suicídio, crises de Asma, Urticária, etc.

Para as rãs que ainda não estão suficientemente “cozidas” (conhecem a parábola da rã?) – vai uma entrada para o almoço de domingo.

STJ ignora teto e paga supersalário a seus ministros
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DE BRASÍLIA
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) usou brecha para driblar o teto salarial de R$ 26.700 imposto pela Constituição e pagou no ano passado em média R$ 31 mil aos ministros que compõem a corte --quase R$ 5.000 acima do limite previsto pela lei.
Segundo reportagem de Filipe Coutinho publicado na Folha deste domingo (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL), o tribunal gastou no ano passado R$ 8,9 milhões com esses supersalários. Um único ministro chegou a receber R$ 93 mil em apenas um mês.
Dos 30 ministros, 16 receberam acima do limite em todos os meses de 2010.
O presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, disse que pagamentos acima do teto constitucional são legais.
"Esses valores não incidem no teto porque não são remuneração, são auxílios, abonos de permanência e adiantamentos de férias e salários", disse.
Questionado sobre a Constituição, que cita expressamente que "vantagens pessoais" incidem sobre o teto, caso do abono mensal de R$ 2.000, afirmou que cumpre a resolução do CNJ.
"Pergunte ao CNJ, porque a resolução permite o recebimento. Você precisa confiar nas instituições. Se o CNJ permite, é porque fez de acordo com a Constituição."
Leia a reportagem completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.
Qual é o seu teto de paciência?
Auxílio? Vantagens pessoais?

Fechando com chave de ouro: VOCÊ PRECISA CONFIAR NAS INSTITUIÇÕES...

Perdi a fome.
Receita para emagrecer. Leia ou ouça noticiários antes das refeições.
Mas, não esqueça de tomar seu “Omeprazol” ou concorrentes.

Nem orando melhora.
Espero que o amigo tenha lido um pouco antes do almoço.
Se já almoçou - não leia vai ficar com gastrite, rsss

sábado, 26 de fevereiro de 2011

CUIDADO COM AS AMEAÇAS

Ameaçar é perigoso.

Ameaça, é a arma do covarde; que se volta em seguida contra ele mesmo.

Quem é capaz de fazer; não alardeia.

Cuidado com as ameaças; pois tu podes ter que cumpri-las; mesmo que seja contra a tua vontade; quando caíres na real; no momento seguinte.

Palavras são flechas que uma vez disparadas não tem volta.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

APRENDER A USAR A LIBERDADE É O DESAFIO

Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade sem saber do que se trata.

sábado, 29 de janeiro de 2011

MODERE OS ELOGIOS

Elogiar nas outras pessoas, o que se sobrepõe às obrigações; é um ato de respeito e de estímulo.

Contudo:
É preciso evitar o “pavonismo” e a idolatria.

Ignore, o quanto seja capaz, as atitudes negativas e as deficiências do caráter dos outros.

Mas tenha sempre em conta:
Ninguém merece elogios por cumprir com obrigações básicas de vida humana; apenas estímulos.

Reforce o que é bom nas pessoas com a moderação que só o bom senso é capaz de conferir.

Namastê.

sábado, 8 de janeiro de 2011

CARIDADE: UM SANTO REMÉDIO

A arte da caridade é uma atitude ainda muito confundida com dar esmola.
Nada a ver; embora às vezes até uma esmola seja uma atitude de caridade, depende de que forma ela é oferecida e também de que maneira ela é recebida.

Um jeito fácil de entendermos a caridade é nos imaginarmos escapando de nós mesmos, da teia do conjunto dos nossos interesses mais imediatos, focando os interesses e as necessidades do outro naquele momento.
É como se estivéssemos nos despindo do orgulho e do egoísmo.
É uma sensação de liberdade do espírito indefinível.
É como se a alma não coubesse dentro do corpo.
Temos a sensação de expansão bem ao contrário da angústia existencial - que se traduz por um aperto no peito e uma sensação de opressão.

O treinamento social que recebemos; alguns o chamam de educação nos leva a valorizar de forma subconsciente o lado “Mamon” da vida e a “engordar” o ego. Embora Mamon não seja um deus da antiguidade como muitos imaginam; na vida moderna ele foi elevado a essa categoria.

Os adultos não conseguem passar para a criança, nem compartilhar com ela o prazer da atitude de beneficiar o outro ou a caridade. Talvez pelo fato: raramente sentiram esse intraduzível prazer.

Explique; se for capaz.

Namastê.

domingo, 5 de dezembro de 2010

O DUENDE E A LIBERDADE - UMA FÁBULA ATUAL

Às vezes, ponho-me a pensar, se sou real ou não. Talvez o que eu imagine ser eu; seja uma Matrix complexa de outras criaturas coexistindo em mim; tal e qual o duende da liberdade.

Tanto para ele quanto para minhas outras partes existenciais; aprender a usar a liberdade é um problema.

Alguns mitos dizem que Duendes tomam conta de um pote de ouro no final do arco-íris – aqui entre nós dizem que o final dele fica em Brasília, com algumas ramificações nas esplanadas dos Ministérios e adjacências dos Jardins Públicos mais distantes, onde passeiam e pululam os apaniguados pelo poder – alguns normais viram Duendes através de uma mutação genética chamada de Processo Eleitoral; depois de inscritos são eleitos pelos normais e se transformam em Duendes guardadores do pote de ouro do fim do arco íris – outra forma mais barata e simples é inscrever-se num concurso para futuros Duendes.
A maioria dos Duendes é alegre, divertida, adora comer do bom e do melhor; alguns são beberrões; gastões; outros desviam o ouro do pote (bem público) para sua antiga parentela normal (uma vez Duende sempre Duende; isso é garantido por outra mutação genética social chamada Direitos Adquiridos ou Aposentadoria para os normais – Mas, como meter a mão no pote; não faz parte do contratado; os Duendes que se tornaram Duentes podem ser pegos com a boca na botija, ou a mão no pote...
Entretanto, se for capturado, o Duente pode comprar sua liberdade com esse ouro.
Outras lendas dizem que para enganar os homens, ele fabrica uma substância parecida com ouro, que desaparece algum tempo depois – em muitos lugares é conhecida como Propina.

Atualmente nos subterrâneos do poder rola um mote: Perdem-se os dedos; mas, ficam os anéis...
Neste caso são chamados Leprechauns. Na mitologia irlandesa os Leprechauns têm mais ou menos 30 cm e atendem a desejos – ás vezes unem-se em Confrarias ou Assembléias (lembram da CPI dos anões?). Na mitologia portuguesa, o Fradinho da mão furada, e o Zanganito são seres encantados, uma espécie de duendes caseiros.
“O Fradinho da mão furada é uma personagem mítica de uma das lendas portuguesas, uma espécie de duende caseiro e Deputado e Congressista de mão cheia.
É um ser que tanto concede favores e benefícios como engana e prega partidas. Tem na cabeça um barrete encarnado, entra nos quartos de dormir, durante a noite, através do buraco da fechadura das portas e da TV, escarrancha-se à vontade em cima das pessoas, impostando até se resfaladar; com freqüência causando grandes pesadelos (sociais)”.
Segundo eles mesmos do alto das Tribunas: “Uns me chamam Diabinho da Mão Furada e outros Fradinho; apenas, por alguns de nós termos as mãos tão rotas de liberalidades, que em muitas casas onde andamos fazemos ferver o mel, crescer o azeite, aumentarem-se os bens, lograrem-se felicidades e, sobretudo, quando no-lo merecem com a boa companhia que nos fazem, descobrimos tesouros escondidos aos donos das casas em que andamos (claro; se nos forem caros)”...
Nós os Normais; os, contribuintes (ex-vassalos e escravos), eleitores de Duentes:
Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade sem saber do que se trata.
Imaturos, revoltamo-nos quando descobrimos a outra face do nosso sonho de ser livre: precisamos responder por nossos atos. Feitos os Duentes antigos duendes; na fuga das responsabilidades nos acorrentamos; aprisionamo-nos aos efeitos das próprias escolhas (impostos e obrigações), na vã busca da liberdade sem assumir as conseqüências...
Que incrível paradoxo, somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres – Elegemos nossos próprios Duentes.

Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério:
Precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar aceitamos que, quanto mais libertos nós nos tornamos – conhecedores de nossos direitos e obrigações; maior é a responsabilidade; pois uma não existe sem a outra; elas são interdependentes, como nós o somos uns dos outros.
Um dia; nessa busca descobrimos o amor, pois ao nos sentirmos realmente livres acontece a maior glória da vida humana: aceitamos que a responsabilidade faz parte do ato de amar.

Quem diria: procurávamos ansiosamente a liberdade e sem querer descobrimos o amor, e nos encantamos ao começarmos a descerrar o véu que cobre seus mistérios.
A nova descoberta: amar é responsabilizar-se por; e quem ama assume; mas, só quando começamos a cuidar de nós mesmos assumindo a responsabilidade pelas próprias escolhas, sem desculpas nem justificativas; desse ponto em diante começamos a nos amar e a nos libertarmos.

Enternecidos, repassamos o destino.
Perdoamo-nos e perdoamos, compreendemos então que sempre fomos, somos e continuaremos livres para escolher e para escolher de novo, quando for da nossa vontade, mesmo limitados, sempre é possível; sempre há uma opção.
Identificamos também que cada escolha cria:
Laços humanos de:
Alegria. Amor. Dor. Família. Sociedade.
Laços apertados.
Nós cegos.
Nós difíceis de desatar.

Mas:
Se já nos amamos.
Desatar para que?

O amigo já sabe o que fazer com sua liberdade?

E com o Duende que habita em você?

CUIDEMOS MELHOR DOS QUE TRAZEM ALGUMA COISA DE NOSSO DNA.